Cabanga, Recife.
Na enseada que dá nome ao clube, a sede histórica concentra a vida diária dos sócios — os restaurantes, as quadras, os jardins e o píer principal de onde partem as flotilhas semanais.
Petrúcio Amorim no palco, jardim do Cabanga em decoração junina e uma noite preparada com afeto pela Caravela Comendoria. Setenta e nove anos de tradição, um único cardápio para quem ama Pernambuco.
Estação Cabanga · Recife
Há os que se reconhecem na enseada urbana do Cabanga e há os que pertencem ao mar aberto de Maria Farinha. Há também os que transitam, com a tranquilidade de quem tem duas casas.
Na enseada que dá nome ao clube, a sede histórica concentra a vida diária dos sócios — os restaurantes, as quadras, os jardins e o píer principal de onde partem as flotilhas semanais.
A 35 quilômetros ao norte, Maria Farinha é o cenário das regatas oceânicas, do remo, dos campeonatos de pesca e de manhãs de canoagem ao nascer do sol.
Quase oito décadas em que o Cabanga foi se redesenhando à imagem de Recife — sem deixar de ser, em cada manhã, o mesmo clube de 1947.
Um grupo de velejadores recifenses funda o Cabanga Iate Clube na enseada que daria nome à instituição.
O Cabanga organiza a Recife — Fernando de Noronha, abrindo o caminho da vela oceânica em Pernambuco.
Inaugurada a base náutica em Maria Farinha, hoje epicentro das regatas e da pesca esportiva do clube.
Setenta e nove temporadas, três gerações de sócios e a tradição transformando-se em contemporaneidade.
A entrada para o clube acontece por convite e indicação. Conte com a secretaria de admissões para conduzir você por cada etapa do processo.